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7 dicas para mulheres que querem se tornar microempreendedoras

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imagem dezembro 17, 2019

7 dicas para mulheres que querem se tornar microempreendedoras

As mulheres são 34% das empreendedoras brasileiras e possuem dificuldades bem peculiares: a maioria se vê obrigada a se tornar MEI (microempreendedora individual) por necessidade, como a perda do emprego, e muitas da vezes não sabe muito bem por onde começar.
Como se tornar uma microempreendedora
Para ser MEI, é preciso ter um faturamento de até R$ 6.750 ao mês ou R$ 81 mil ao ano. É preciso pagar cerca de R$ 55 mensais para o pagamento do Simples Nacional, a depender da área (comércio, indústria, serviços, etc.) e mais R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ou R$ 5 de ISS (Imposto Sobre Serviço). Ao se tornar microempreendedora, é possível ter acesso a direitos, como licenças por saúde. O cadastro também garante um número de CNPJ.
Não misture o dinheiro É comum que empreendedoras misturem o dinheiro de casa com o do trabalho -ou o salário com o faturamento da empresa. Não à toa, 59% das MEIs não têm funcionárias e 63% organizam sozinhas o próprio negócio. O ideal, entretanto é que salário esteja previsto como uma das despesas nas contas do mês. Nada de pegar um pouquinho da empresa para comprar alguma coisa para a casa no fim do mês ou tirar do próprio bolso para quitar uma dívida da empresa. O dinheiro usado pode faltar para pagar fornecedores, aluguel e por aí vai. A dica de especialistas é ter uma reserva 30% no faturamento para emergências e para não cair na tentação de, por exemplo, ficar sem salário e.As mulheres são 34% das empreendedoras brasileiras e possuem dificuldades bem peculiares: a maioria se vê obrigada a se tornar MEI (microempreendedora individual) por necessidade, como a perda do emprego, e muitas da vezes não sabe muito bem por onde começar.
Como se tornar uma microempreendedora
Para ser MEI, é preciso ter um faturamento de até R$ 6.750 ao mês ou R$ 81 mil ao ano. É preciso pagar cerca de R$ 55 mensais para o pagamento do Simples Nacional, a depender da área (comércio, indústria, serviços, etc.) e mais R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ou R$ 5 de ISS (Imposto Sobre Serviço). Ao se tornar microempreendedora, é possível ter acesso a direitos, como licenças por saúde. O cadastro também garante um número de CNPJ.
Não misture o dinheiro É comum que empreendedoras misturem o dinheiro de casa com o do trabalho -ou o salário com o faturamento da empresa. Não à toa, 59% das MEIs não têm funcionárias e 63% organizam sozinhas o próprio negócio. O ideal, entretanto é que salário esteja previsto como uma das despesas nas contas do mês. Nada de pegar um pouquinho da empresa para comprar alguma coisa para a casa no fim do mês ou tirar do próprio bolso para quitar uma dívida da empresa. O dinheiro usado pode faltar para pagar fornecedores, aluguel e por aí vai. A dica de especialistas é ter uma reserva 30% no faturamento para emergências e para não cair na tentação de, por exemplo, ficar sem salário e.Reserve um dia para trabalhar fora de casa
Segundo o Instituto Rede Mulher Empreendedora, uma das maiores dificuldades da microempreendedora é conciliar a família e o trabalho. Faz sentido: muitas MEIs trabalham na própria casa e se dedicam 24% a mais com os filhos que os homens empreendedores. Uma dica é trabalhar em outro local ao menos uma vez por semana ou criar um escritório em casa que seja separado do restante da casa. As opções para sair de casa podem ser cafeterias ou coworkings.

Você também tem direitos
A empreendedora que engravida tem direito a salário-maternidade em caso de parto, adoção de criança ou aborto espontâneo. O requerimento é feito ao INSS, que cobre o período. É preciso ter contribuído individualmente por ao menos 10 meses e ter feito a última contribuição nos últimos 12 anos. O salário-maternidade é pago por 120 dias e o valor é uma média dos últimos 12 meses de contribuição ao INSS. Também é possível fazer um pedido de afastamento remunerado por problemas de saúde.
Mantenha-se organizada
Organize notas fiscais. Separe tabelas por meses e anos em pastas fáceis de serem encontradas no computador. Uma dica dos especialistas é salvar uma cópia de forma segura na nuvem (Google Drive, Dropbox, etc) para não ter risco de perder em pen-drive, HD externo ou até mesmo computador onde seu negócio estava armazenado.

Tenha foco no que quer
Uma armadilha é abrir um MEI em que se faz “um pouco de tudo”. Não é bem assim. É bom manter o foco em um produto ou serviço que faça a diferença e seja necessário ou muito procurado pelos consumidores. Se for para mudar de caminho, que seja depois de uma análise estratégica do negócio.

Fonte: https://www.uol.com.br/



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